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domingo, setembro 30, 2012

Hoje rola Sarau de Primavera

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sábado, setembro 29, 2012

Lua de hoje

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Foto: Elton Tavares 

Governo do Estado traz Sete Linhas Aéreas para o Amapá

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O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, acompanhado da primeira dama do Estado, Cláudia Camargo Capiberibe, recebeu, neste sábado na Residência Oficial, o vice-presidente da Sete Linhas Aéreas, Eriston Macêdo. A companhia iniciará suas atividades no Estado no dia 1º de outubro de 2012. A vinda da nova empresa goiana é fruto da articulação do Governo do Amapá, por meio da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap).

O encontro também contou com a inspetora da Sete, Carla Lima, do titular da Setrap, Sergio La-Rocque e o gerente de transportes aeroviários do órgão, Wellington Góes. 

Conforme o vice-presidente da Sete, a companhia oferecerá voos no trecho Belém/Monte Dourado/ Macapá, nas segundas, quartas e sextas-feiras. Ele explicou que a empresa já tinha interesse em se instalar no Amapá, por conta do volume de passageiros que se deslocam por ano do trecho Macapá/Belém. A aeronave do modelo EMB-120 tem capacidade para 30 passageiros. 

“Entendemos que o Amapá possui essa demanda de mais uma companhia aérea e de voos em horários diferentes. Analisamos e começaremos essa rota nesta segunda-feira, 1º de outubro”, garantiu Eriston Macêdo.

A garantia de mais uma opção de deslocamento aéreo para os amapaenses é fruto da articulação da Gerência de Transportes Aeroviários da Setrap, afirmou Sergio La-Rocque. O secretário destacou que a secretaria disponibilizou as informações necessárias para que a empresa investisse no Amapá.

“Ainda em 2011, o governador criou a Gerência de Transportes Aeroviários da Setrap (Gertav). Sabendo da necessidade que o Estado possui, fomos buscar alternativas e essa nova linha aérea é resultado dessa política, pois quem apresentou a alternativa para a empresa, que também é viável para a Sete, foi o Governo do Estado, por meio da Gertav”, elucidou Sergio La-Rocque.

O governador frisou que a vinda de mais uma companhia aérea para o Amapá é fundamental para o desenvolvimento do Estado.

“Essa nova companhia é extremamente importante para o povo amapaense, pois estamos isolados do resto do Brasil pelo Rio Amazonas. Ter uma empresa como a Sete, que é bem estruturada e fará um vôo regular é fundamental para o nosso desenvolvimento econômico. Além de um transporte rápido e ágil, que representa mais comunicação com o resto do país, teremos concorrência. A vinda da Sete faz parte desse novo Amapá que estamos construindo”

Horário dos voos da Sete Linhas Aéreas no Amapá, a partir de outubro de 2012:  

Manhã
6h - Saída de Belém
7h - chegada em Monte Dourado
7h35 - Saída de Monte Dourado
8h05 - Chegada em Macapá
8h30 - Saída de Macapá
9h20 - Chegada em Belém

Tarde
17h10 - Saída de Belém
17h55 - Chegada em Macapá
18h25 - Saída de Macapá
18h55 - Chegada em Monte Dourado
19h25 - Saída de Monte Dourado
20h30 - Chegada em Belém

Elton Tavares

Encontros e Desencontros - Sofia Coppola

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Já no início de ‘Encontros e Desencontros’, vemos o personagem de Bill Murray acordar, no carro que o leva ao hotel, confuso e cansado de viagem, na cacofonia que irá dominar sua relação com a cidade de Tóquio. Luzes brilhantes que piscam em gigantes letreiros luminosos, sons de fliperamas que transbordam dos ambientes e das ruas, pessoas conversando numa língua incompreensível mesmo quando tentam se comunicar em inglês.

Trata-se de uma história sobre a angústia. Tanto a angústia de não saber que rumo tomar, como pode-se ver em Charlotte, (Scarlett Johansson),que é uma jovem mulher que acompanha o marido depois de se formar na faculdade, quanto a angústia de uma vida em que não se pode mais mudar, que é a vida de Bob Harris (Bill Murray), ator decadente que viaja para fazer propaganda de whiskey e vive uma situação familiar desgastada com a mulher e filhos.

Vemos que o encontro dos dois será inevitável, já que ambos se sentem inadequados ao ambiente que os circunda. Charlotte tenta criar distrações durante o dia, para passar o tempo enquanto seu marido trabalha. Para isso, busca aulas de ikebana, visita templos e passeia sem rumo pela cidade. Já Bob passa o dia cumprindo uma agenda de trabalho que inclui sessões de fotos e entrevistas. Por não se adaptarem ao fuso horário local, o bar do hotel acaba por ser o local de encontro das madrugadas insones.

Apesar de ser o segundo longa-metragem de Sofia Coppola, podemos identificar algumas questões que estão presentes em seu longa anterior (Virgens Suicidas) e que, posteriormente, acabam por serem vistas como marca registrada da cineasta. Suas personagens principais geralmente são jovens mulheres passam por algum tipo de crise que muda o rumo de suas vidas ou dos que estão ao seu redor. A beleza das cenas, com uma fotografia que privilegia a captação da luz ambiente (influência dos cineastas da década de 70, principalmente Stanley Kubrick) e também uma predominância de uma paleta de cores frias, com inserção de pontos de luz de cores quentes, cria um clima ‘pálido’ em seus filmes e pode ser visto, principalmente, nas cenas em que Charlotte passeia pelas ruas ou nos bate-papos do bar do hotel.

Outro ponto é a onipresença das janelas, em que os personagens olham através delas, como se fosse um grande anteparo que evita o contato direto e os protege do mundo, presente em todos os filmes de Sofia. O filme se desenvolve em pequenos detalhes, em que os planos escolhidos pela diretora nos apresentam o jogo de erotismo entre os personagens. Assim, quando ela escolhe mostrar os pés de Bob Harris depois do alarme de incêndio, percebemos que Charlotte ri, porque percebe o quão inusitado é aquele romance idealizado por ela. Ou mesmo na cena do karaokê, em que eles cantam um para o outro, numa troca de olhares intensa que resume, de certa forma, toda a aventura vivenciada naquela noite.

A cena inicial em que é enfocada parte das costas e do quadril de Charlotte, com uma calcinha transparente e um suéter em cores ‘candy’ é uma ode a todas as Vênus pintadas na história da arte, principalmente as de Velázquez e Ingrés que são apresentadas de costas. Charlotte também aparece muitas vezes olhando pela janela de seu quarto de hotel, a cidade lá embaixo, e a câmera focaliza primeiramente seus pés e depois abre o plano. A sedução, tanto do espectador quanto de Bob estão nesses detalhes. Bob, por sua vez, parecerá másculo em poucas cenas. Na beira da piscina, enquanto observa as senhoras numa aula de hidroginástica, a câmera está num plongé que destaca a musculatura definida de seu braço, sem pegar o seu tórax que denunciaria sua idade.

No decorrer do filme, percebemos que o encontro deles é necessário para a continuidade da vida de cada um, já que vão compartilhar suas escolhas e frustrações que os levaram até ali. Vão partilhar o tédio e as incompreensões vividas em conjunto durante um curto período de tempo, que, no entanto, vão significar muito e operarão mudanças em suas vidas. Sofia nos faz refletir sobre um esvaziamento de sentido da vida cotidiana, do distanciamento e a intolerância com o outro das grandes cidades e de como deixamos a vida passar sem interferir muito em seu rumo. E nisso, a cena final é emblemática, fugindo totalmente do que se poderia esperar de um filme que transita entre o drama e a comédia. Sem soluções fáceis, o filme nos deixa ver como mudanças inesperadas podem ser bem-vindas.

Cristiana Nogueira

O Globo: Demissão pelo twitter, por Ilimar Franco

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O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (sem partido), achou que estava mandando uma mensagem reservada, via twitter, para seu secretário, Alexandre Urquiza, sugerindo que ele pedisse demissão. Mas acabou publicando uma mensagem aberta: “Meu filho, entregue o cargo antes que descubram o restante (...) Fique em silêncio que saberemos como lhe recompensar”.

Clube de Cinema exibe filme "A pele que habito" neste sábado, 29

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A PELE QUE HABITO

Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se vingar do estuprador.

Trailer do filme : 

Serviço:
DIA: 29/09/2012 (sábado).
HORA: 18h30.
LOCAL: Auditório do MIS, segundo piso do Teatro das Bacabeiras.
ENTRADA FRANCA



Governo do Amapá inaugura praça no bairro do Muca

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O Governo do Amapá inaugurou, nesta sexta-feira, 28, a praça Francisco Jorge Pantoja Cardoso, no bairro do Muca. De acordo com o titular da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), Joel Banha, o projeto do logradouro foi aprovado e licitado em 2010, mas iniciou somente em abril de 2011, por decisão do governador Camilo Capiberibe. Ao todo, o investimento na obra foi de R$ 3.034.117,58. 

Joel Banha explicou que a foi entregue com arena oficial, quadra poliesportiva, quatro quiosques, centro comunitário, academia pública de esporte, área para contemplação, parque infantil, playground, campo de futebol de areia, urbanização, paisagismo, espaço para caminhada, arena ball com quadra polivalente, cabine de locução, arquibancadas em concreto armado, estacionamento e caramanchão. A obra gerou 40 empregos diretos e o mesmo número de trabalhos indiretos durante sua execução. 

Segundo o secretário, a praça possui arborização e iluminação que se completam, em tons branco e verde; são 300 metros de banco; doze equipamentos de academia de praça; tabuleiros de dama no piso para ser jogada movimentando corpo e mente; banheiros com acessibilidade, e subestação própria de energia para não sobrecarregar a rede pública. 

Joel disse ainda que o campo de futebol é o mais completo das praças de Macapá, com seis torres de iluminação, cabine de locução completa e arquibancada para 800 pessoas.

Agradecimento do cidadão 

O presidente da associação Esportiva Solteiros e Casados do bairro do Muca, Moisés Maciel, também conhecido por "Romário", agradeceu a iniciativa do governador em construir a praça. Segundo ele, a comunidade revindicava o espaço há anos. 

“Estou muito feliz pela nossa nova praça. Agradeço, em nome da minha comunidade, ao governador por um espaço estruturado para o esporte e lazer. Isso nos foi prometido na gestão passada, mas somente agora, por iniciativa de Camilo Capiberibe, nosso sonho foi realizado”, comemorou Moisés Maciel. 

Durante a inauguração, o governador reafirmou que sua gestão é compromissada com o povo e é por isso que o Estado investe em infraestrutura, visando a qualidade de vida do cidadão.  

“Esse espaço estava ocioso, a população que reside no bairro do Muca ansiava por um local como este. Fizemos um esforço para atender essa demanda e conseguimos entregar esta praça para o lazer das famílias que aqui moram e para que os jovens possam praticar esportes”, ponderou o governador. 
  
Homenagem póstuma ao morador

O nome da praça é uma homenagem à Francisco Jorge Pantoja Cardoso, conhecido no bairro como Cururu. Ele faleceu em 2003, vítima de assassinado durante um assalto. 

De acordo com o irmão do homenageado, Josimar Cardoso, Jorge se destacou no futebol amador do bairro do Muca como goleiro do time Internacional, e foi um dos responsáveis por limpar e improvisar o campo de futebol que foi substituído pela praça. 

“Eu e meus familiares estamos emocionados pela homenagem a meu irmão. Ele foi um dos incentivadores do esporte em nosso bairro. Obrigado governador Camilo Capberibe pelo reconhecimento”, agradeceu Josimar Cardoso. 

Elton Tavares, com informações da Seinf.

sexta-feira, setembro 28, 2012

Roberto Góes perde recurso para construção de creche no bairro Renascer

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Por falta de projetos e outras irregularidades um convênio para a construção de uma creche no bairro Renascer entre a Prefeitura Municipal de Macapá e o Ministério da Defesa foi cancelado.

O convênio seria no valor de R$ 350 mil com contrapartida de R$ 14.584,00 por parte do município. Pelo documento a construção iniciaria no dia 28 de dezembro de 2009, mas nenhum valor chegou a ser repassado e em dezembro de 2010 o recurso foi perdido.

Os dados estão no Portal da Transparência, que pode acessado pelo link:


Microcontos de Ronaldo Rodrigues (parte II)

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MINHA VIDA É UM MAR DE ROSAS
Disse Elvira se afogando mais uma vez.

ONANISMO
(ou está tudo acabado entre nós)
Ao deceparem minhas mãos
dissolveram meu harém.

CAPITÃO GANCHO TAMBÉM AMA
Numa dessas ainda leva Sininho pro navio.

E SE EU ESCALASSE ESSA MONTANHA?
Pensou a aranha pouco antes de aceitar a missão.

AI, MEU FÍGADO...
Você ainda me mata do coração!

QUERIDO DIÁRIO
Vou rasgar-te, queimar-te, perder-te...
Apagar-me.

MEMORANDO DE DEUS PARA LÚCIFER
Considere-se demitido!

ORELHÃO QUEBRADO NO MEIO DA MADRUGADA
- Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalho!

OVERDOSE
Depois do pó
o pós.

BANDA SEM FUTURO
Aqui jazz
(esta teve colaboração de Marconi Lima)

A FLOR
Despetala para despertá-la.

COM A MORTE
- Enfim, sós...

Ronaldo Rodrigues

Hoje “Ana Martel canta Elis", na Confraria Tucuju

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Mais um show imperdível da cantora Ana Martel no dia 28 de setembro, sexta-feira, a partir das 20 horas na Confraria Tucuju.

Coincidentemente, a carreira musical de Ana Martel começou no mesmo ano em que Elis Regina partiu. E agora em 2012, completando 30 anos de atividade musical, a cantora amapaense decidiu comemorar este momento especial em sua carreira homenageando a saudosa Elis Regina.

Com músicas compostas por Adoniram Barbosa, Edu Lobo, Vinicius de Moraes, João Bosco, Milton Nascimento, Fernando Brant e outros compositores interpretados por Elis, Ana Martel mostra mais uma vez para o público, canções inesquecíveis do repertório de Elis e também de seu álbum (SOU ANA).

Para abrilhantar este momento, Ana Martel contará com a direção musical do trompetista Siney Saboia e com os músicos que já a acompanham em outros momentos de sua carreira. Fabinho (violão e guitarra), Hian Moreira (contrabaixo), Valério de Lucca (bateria),   Marcelo (Sax) e Jefri Redig (piano).

Serviço:

Data: 28/09/12        
Hora: 20hs
Local: Confraria Tucuju
Entrada Franca
Informações: 91130596/ 81008284

Hoje acontece o Sarau do Largo dos Inocentes

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A Confraria Tucuju, através de seu Ponto de Cultura incentivado pelo Ministério da Cultura, dá continuidade nesta sexta-feira (28 de setembro) a edição 2012 do Projeto “Sarau do Largo dos Inocentes” que tem por objetivo transformar o Largo, centro histórico de nossa capital, local onde iniciou a Vila de São José de Macapá, num espaço de convergência de manifestações culturais, valorizando assim nossa história e nossa cultura. Além de Proporcionar à comunidade de Macapá a oportunidade de assistir e participar de espetáculos musicais, exposições de artes plásticas, artesanato, literatura, folclore e fotografia, assim como de adquirir produtos culturais oriundos de artistas locais.

Este evento, dentro de sua formatação, traz ao público 15 (quinze) barracas com exposições e comercialização de nossas manifestações culturais, homenagem ao Poeta Cordeiro Gomes, show musical “Ana Martel canta Elis”, encerrando com o show musical “Retorno” com a Banda Casanova e convidados.

É a Confraria Tucuju, com a competente gestão da Dra. Telma Duarte, cumprindo a missão de…

“preservar o folclore, incentivar a arte e fazer história”.

ASCOM- CONFRARIA TUCUJU

Flores na varanda: poesia performática no Museu Sacaca

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quinta-feira, setembro 27, 2012

Microcontos de Ronaldo Rodrigues (parte I)

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BUROCRACIA É O FIM

- Vim falar com Deus.
- Tem hora marcada?

MUDARAM AS ESTAÇÕES
No outono, no inverno,
minha prima Vera vira verão.

BLÁ-BLÁ-BLÁ
Quando faltar assunto, fique em silêncio.

CUIDADO - FRÁGIL
Quebrei meus olhos nas plumas do caminho.

BALA PERDIDA NÃO EXISTE
Todo coração tem endereço fixo.

MATOU A SAUDADE
Deu um tiro no peito.

GANGORRA
- Olha como eu toco no chão!
- Olha como eu toco no céu!

BASEADO BLUES
Fumaça colorida no ar de Barcelona.

FOLHA DE PAPEL A ME DESAFIAR
Te risco.
Me arrisco.

NO PAÍS DO CARNAVAL
Na quarta-feira, deparou com as cinzas do pierrô.

PÁSSARO NA GAIOLA
Só a ilusão conseguiu fugir.

ME DEIXASTE!
Me vingo te amando mais.

EM BRANCAS NUVENS
Lá vai a vida assim
sem saber se foi bom ou ruim.

MUDARAM AS ESTAÇÕES
A flor e a folha mudaram de ramo.

Ronaldo Rodrigues

Assessoria mente ao falar que PMM não está inadimplente junto a União

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Embora a coordenadoria de comunicação tenha soltado nota informando que a Prefeitura de Macapá não está inadimplente junto a União e já captou quase R$ 200 milhões em recursos federais, o Portal da Transparência, do Governo Federal revela justamente o contrário.

De acordo com o portal, a prefeitura firmou convênio com o Ministério da Educação para aquisição de veiculo automotor, zero quilometro, com especificações para transporte escolar. O valor foi de R$ 723.690,00, com uma contrapartida do município de R$ 7.310,00, cuja liberação ocorreu no dia 02 de julho de 2010.

O cidadão pode acessar este link e constatar:


Com apoio do governo estadual, navegação de carga avança no Amapá

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O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, recebeu nesta quinta-feira, 27, no Palácio do Setentrião, representantes de empresas exportadoras e importadoras do Estado do Amapá e diretores no Brasil da linha marítima francesa CMA CGM, que faz rota do Porto de Santana para o Suriname e Caribe. Durante o encontro, os empresários agradeceram o avanço do setor, o que, segundo eles, graças ao apoio do governo estadual. Também na reunião, explicaram ao governador a viabilidade da nova rota aberta de navegação e as possibilidades de expansão do segmento.

Participaram do debate o titular da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), José Reinaldo Picanço; o presidente da Companhia Docas de Santana (CDSA), Riano Valente; o representante da Amazon Log, Pelágio Carvalho; os executivos da CMA CGM no Brasil, Alessandro Fernandes e Paulo Gudergues; e o diretor da Açaí do Amapá Agroindustrial, Miguel Hauat.

Segundo José Reinaldo Picanço, o avanço do setor abre muitas oportunidades de negócios no Estado. Ele salientou que o Porto de Santana, no município homônimo, está se consolidando como um importante ponto de logística para o transporte marítimo. O secretário destacou ainda que, por conta da localização estratégica, o Amapá se tornou competitivo na navegação de carga, fato reconhecido pelo setor portuário do Estado do Amazonas, que já enviou representantes para conhecer a estrutura amapaense.

Conforme o presidente da CDSA, empresas multinacionais já entraram em contato com a Companhia e estudam a possibilidade de usar o Porto de Santana. Riano Valente ressaltou que, dependendo da carga, os navios que aportam no Amapá encurtam as viagens de até cinco dias. Ele frisou que o crescimento do interesse no Estado, além da privilegiada posição gráfica, é por conta dos investimentos que o Porto de Santana vem recebendo em infraestrutura, o que possibilita a conexão com portos de outros continentes.

Ao final do encontro, o governador afirmou que está feliz com os avanços na navegação de carga no Amapá e colocou o governo do Estado à disposição dos empresários. Camilo Capiberibe enfatizou que o setor gera desenvolvimento, emprego e renda para a população. E por isso continuará recebendo seu apoio.

O CMA CGM é o terceiro armador mundial em transporte de contêiner e o primeiro da França, contando com 396 navios em 170 rotas de navegação, oferecendo agilidade e segurança em transporte de cargas.

A nova linha de navegação marítima comercial CMA CGM, que iniciou em julho de 2012, colocou o Estado em contato com mais de 150 países, por meio do Porto de Santana, local aonde os produtos chegam e saem, reduz custos com os produtos importados e exportados.

Elton Tavares/Secom

Exposição Cerne no Catita Clube

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Música de agora: That's Why God Made The Radio - The Beach Boys

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That's Why God Made The Radio (Foi por isso que Deus fez o rádio) - The Beach Boys 

Sintonizando na última estrela
Do painel de controle do meu carro
Navegando às 7
Aperto o botão paraíso
Capturando lembranças de um passado distante
No meu carro

Foi por isso que Deus fez o rádio
Então sintonize onde quer que você vá
Ele acenou com sua mão
Deu-nos o rock 'n' roll
A trilha sonora para se apaixonar
Foi por isso que Deus fez o rádio

Sinta a música no ar
Encontre uma canção para nos levar até lá
É o paraíso quando eu
Levanto a minha antena
Recebendo seu sinal como uma oração
Como uma oração

Foi por isso que Deus fez o rádio
Então sintonize onde quer que você vá
Ele acenou com sua mão
Deu-nos o rock 'n' roll
A trilha sonora para se apaixonar
Foi por isso que Deus fez o rádio

Fazendo desta noite uma celebração
Espalhando o amor e os raios de sol
Para uma geração completamente nova
Geração completamente nova

Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez o rádio

Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez o rádio

Para nos apaixonarmos
Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez
Foi por isso que Deus fez o rádio

Pau nas Frangas. Sem Piedade.

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Demorou mas chegou. Após meses de espera e salivação intensa a mulambada mais bem vestida do Brasil, também conhecida internacionalmente como torcida do Flamengo, vai tirar a barriga da miséria: é dia de comer galinha! Nossa franga do interior já está no Rio pronta pra ser sodomizada. A moela hoje é por conta dos coiós, que já estão há meses chorando por antecipação pela surra que ainda não levaram. Ô lugarzinho…

Os ingressos para o ágape se esgotaram em pouco tempo, graças ao senso de dever da Magnética (sempre presente, a qualquer hora e em qualquer lugar) e também ao extraordinário tino comercial dos putos dos cambistas cariocas, especialistas em furar filas e em tirar vantagens dos métodos medievais que o Flamengo ainda insiste em usar para comercializar a única coisa que temos pra vender além do Negueba (que ninguém quer comprar, não sei por que).

Sei que é tarde pra tentar mudar a injusta imagem de fanfarrão que adquiri após tantos anos à frente do humilde bloguinho do time mais importante do mundo ocidental, mas dessa vez quero mesmo ser sincero e dizer o que realmente estou sentindo antes de uma partida dessa magnitude. E o que estou sentindo é que devíamos ter pego a galinha monotítula muito antes, como, por exemplo, naquele momento bizarro em que elas, à custa da sorte e do acaso, ocupavam a liderança do certame.

Ora, porque o Flamengo, há meses consagradamente na lama da mediocridade socioesportiva, deveria se martirizar por não ter enfrentando seu cacarejante freguês na hora em que eles estavam, supostamente, em posição de destaque?

Respondo: em primeiro lugar porque todo mundo já conhece a habilidade do chamado botafogo sem praia para iludir seus crédulos torcedores com largadas cheias de som e fúria, que irrompem pelo campeonato como um fogoso corcel para terminar melancolicamente ao passo na pista de areia do Jockey Club de Assunción del Paraguay, que é, ao lado da fábrica de sabão, o destino preferencial dos cavalinhos paraguaios que animam as primeiras e irrelevantes rodadas do Brasileiro.

E em segundo lugar, porque o Flamengo é, e isso já tem muitos anos, o grande paradigma do futebol nacional, o matador de gigantes, o carimbador de faixas, o teste da farinha supremo. É a história que mostra que sempre que pegamos as cocotas da roça na esdruxula situação de estarem acima de nós na tabela demolhes um pau tão grande que depois de nos enfrentarem eles vão se desmilinguindo até sumirem na sua irrelevância originária. Que foi exatamente o que aconteceu em 80, 81, 87, 2004, 2006, 2007, 2009, etc. Ou seja, já devíamos ter aplicado o corretivo moral que esses sem título precisam pra acabar com seus delírios e voltar à realidade.

Mas não tem nada, não. Como dizem lá em Seropédica, galinha de casa não se corre atrás. As cocotas curtiram seu momento, apareceram na televisão, venderam suas camisas rosa de treino e até ensaiaram falar grosso, mas a palhaçadinha acabou. Hoje eles terão o que merecem. Se liguem, sofridos frequentadores da fila do Brasileiro há mais de 40 anos, hoje vocês verão a dura e veiosa face da realidade.

Estamos entre amigos então podemos falar com liberdade e transparência. O Flamengo está numa fase transitória e não está sequer próximo aos altos padrões técnicos e motivacionais que exigimos. Nosso time não é lá essas coisas, ninguém precisa se iludir. Mas apesar da nossa premente necessidade em acumular pontos para o Flamengo existem coisas muito mais importantes do que a vitória simples.

Para nós fechados com o certo também é importante espalhar a nossa doutrina e justificar a nossa proeminência diante da arcoirizada mal vestida. E para que a lição de vida que daremos aos pobres monotitulados das alterosas seja completa e inquestionável é fundamental que ganhemos roubado. Que é como eles gostam.

Pra cima delas, Mengão. E não façam prisioneiros.

A mais doce vitória rubro-negra em todo o ano

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O Flamengo cambaleante, o Flamengo de uma vitória em oito jogos, o Flamengo a perigo derrotou o Atlético-MG, que teve fraca atuação, em noite de 39 mil pessoas no Engenhão. Derrotou Ronaldinho, o ex-R10, agora R49, que passou pelo jogo sendo notado apenas pelo laser verde que o seguia como uma maldição.

Foi a mais doce vitória rubro-negra em todo o ano.

O time de Dorival Júnior acertou passes como nunca e, sem chegar a perder gols fáceis, balançou as redes lindamente, num gol de sepak takraw de Vagner Love e outro de Liedson, que vai se reabituando a marcar vestido de rubro-negro. Tudo muito diferente do que o torcedor se acostumou a ver neste ano que já se tenta esquecer.

Se a zaga bobeou num deixa-que-eu-deixo tríplice que permitiu o empate de Jô, ao menos soube irritar Réver a ponto de o zagueiro da seleção de Mano ter desferido um golpe que transpirava revolta. Na minha opinião, pela expressão de fúria no lance que o expulsou, Réver parece ter sido agredido na HONRA, se é que vocês me entendem. No mínimo um wireless na porta USB.

Mas tudo não passa de baixas suposições.

Felipe foi espectador ao longo de todo primeiro tempo, assim como Ronaldinho. O Atlético-MG se ressentiu da ausência de Bernard e da confiança de outrora. Hoje, o Galo já corre risco de obter a vaga antecipada da Sul-Americana caso não reaja rapidamente.

Está de parabéns o time rubro-negro, que finalmente parece ter feito uma dinâmica de grupo e apresentado seus setores um a um, de forma que funcionem como um time. Já se sabe que, quando querem, podem ganhar até de líderes: quem sabe do Fluminense, no próximo domingo?

E está de parabéns a torcida rubro-negra, que eclipsou a lógica de uma gélida e chuviscante noite de quarta-feira e mostrou por quem os Engenhões lotam: destilou ironia e ganhou seu direito ao bullying sobre Ronaldinho.

Que saiu de campo ontem como saiu no início do campeonato: sem deixar saudades.


quarta-feira, setembro 26, 2012

Mantendo a média de mil acessos ao dia

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                                  Agradeço a todos que gostam deste blog. Obrigado!

43 anos do Abbey Road

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Abbey Road foi o 12° álbum lançado pela banda britânica The Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969, e leva o mesmo nome da rua de Londres onde situa-se o estúdio Abbey Road. 

O disco foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado pela banda, foi o último a ser gravado. As músicas do último disco lançado pelos Beatles, Let It Be, foram gravadas alguns meses antes das sessões que deram origem a Abbey Road. 

O álbum é considerado um dos melhores do grupo e parecia que os momentos de turbulências tinham passado e tudo havia voltado ao normal entre eles, mas na verdade o maior problema da banda começou a esquentar. 

George Martin produziu e orquestrou o disco junto com Geoff Emerick como engenheiro de som, Alan Parsons como assistente de som e Tony Banks como operador de fitas. Martin considera Abbey Road o melhor disco que os Beatles fizeram.

O álbum é o mais bem acabado de todos, um dos mais cuidadosamente produzidos (comparável somente a Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band). Sua estrutura foi bastante pensada e discutida, e as visões discordantes dos integrantes da banda só contribuíram para a riqueza da criação final.

Também foi em Abbey Road que George Harrison se firmou como um compositor de primeira linha. Após anos vivendo sob a sombra de John Lennon e McCartney, ele finalmente emplacou dois grandes sucessos com este álbum: "Here Comes the Sun" e "Something". Ambas foram regravadas incessantemente ao longo dos anos, sendo que Something chegou a ser apontada pela revista Time como "a melhor música do disco" e como a segunda música mais interpretada no mundo, atrás somente de "Yesterday", também dos Beatles.

Este disco foi marcado pelo uso de novos recursos tecnológicos que estavam surgindo na época. Um deles foi o sintetizador Moog, que começava a ser utilizado em maior escala dentro do rock. 

O sintetizador possibilitava que virtualmente qualquer som fosse gerado eletronicamente. O Moog pode ser notado claramente em músicas como "Here Comes the Sun", "Maxwell's Silver Hammer" e "Because".

Por seu trabalho em Abbey Road, os engenheiros de som Geoff Emerick e Phillip McDonald ganharam o Grammy.

A rápida sessão de fotos em Abbey Road foi feita em 8 de agosto de 1969. Enquanto um policial parava o trânsito, o fotógrado Iain Macmillan, contratado porque era amigo de Yoko Ono, imortalizava a cena com John, Ringo, Paul e George cruzando a rua. Macmillan, em cima de uma escada, teve 10 minutos para fazer o ensaio e, ao que se sabe, registrou 10 fotos dos quatro aguardando o momento da travessia e caminhando pela faixa de pedestres. 


A foto em Abbey Road ainda hoje é imitada por milhares de fãs em suas viagens a Londres. 

Segundo uma lenda da beatlemania, a foto também indicava que Paul estaria morto, vítima de um acidente de carro em 1966. Há algumas “pistas” que deram força ao rumor: na foto, Paul está descalço (segundo ele, naquele dia fazia muito calor) e fora de passo com os outros. Paul está de olhos fechados, tem o cigarro na mão direita, apesar de ser canhoto, e a placa do fusca (em inglês, "beetle") estacionado é "LMW", referindo-se às iniciais de "Linda McCartney Widow" ou "Linda McCartney Viúva" e abaixo o "281F", referindo-se ao fato de que Paul teria 28 anos se (“if” em inglês) estivesse vivo.